sábado, 26 de janeiro de 2013

Prevenir é preciso...

Em recente passagem pela Praia de Bombas em SC tive uma agradável e positiva surpresa com a atuação dos Salva Vidas naquelas parasidíacas praias.
Os prestadores desse importante serviço tem uma rotina árdua, ou seja percorrer a praia incansavelmente de um extremo a outro abordando, fazendo uso de seu apito e admoestando os banhistas mais incautos, que são muitos, quase a maioria, para que tenham cuidado e não avancem nos locais previamente demarcados com bandeiras de cores marcantes.



Trata-se de um serviço impagável, pois só quem já se afogou ou perdeu um ente querido nessa situação deve ter a medida do sofrimento que isso acarreta.
O serviço de salva vidas é recorrente nos litorais de todo o país e nunca passa despercebido, pois os turistas são imprudentes e irresponsáveis, com isso a atividade é permanente e extenuante.

Grandes campanhas publicitárias pontuam a necessidade de prudencia e apontam para a necessidade de respeitar o mar e águas de barragens, rios lagos, etc, ao passo que o Poder Público tem apenas colocado um numero nem sempre suficiente de pessoas para executar o serviço, no caso do RS nos períodos de férias de verão, porém a meu ver a essa iniciativa outros recursos deveriam ser agregados, tais como multa aos incautos que desrespeitam as demarcações e orientações dos salva vidas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Avião adaptado para transportar pacientes é parceria inédita no Litoral

Menino mordido por cachorro em Torres, na terça-feira, foi transferido no Guapo 16 com agilidade para a Capital



Avião adaptado para transportar pacientes é parceria inédita no Litoral Lauro Alves/Agencia RBS
Equipe de médico e enfermeiro integra tripulação de praças e oficiais para salvar vidas                               Foto: Lauro Alves / Agencia RBS


Os 20 policiais militares que desafiam o tempo e o ar para salvar vidas no Litoral Norte trazem novas companhias a bordo. Diariamente, uma equipe formada por médico integra a tripulação de praças e oficiais que, no céu, são como anjos.


Devido ao convênio firmado neste verão entre a Brigada Militar, por intermédio do Batalhão de Aviação (BAv) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pacientes como Pietro Jobim Pastorini de Sousa Borges, quatro anos, mordido por um cachorro em Torres na última terça, puderam ser deslocados ou atendidos com agilidade — característica determinante em alguns casos.
— Torcemos para não ser acionados, pois, quando somos, é porque a situação é realmente grave. Então, nesses momentos, é fundamental poder contar com a novidade de termos uma equipe médica conosco — avalia o comandante do Batalhão de Aviação da Brigada, tenente-coronel Carlos Alberto Selistre.
A parceria, que já tem força em Etados como São Paulo e Santa Catarina, ainda está em fase de teste no Rio Grande do Sul. E para que este primeiro passo fosse possível, uma aeronave teve ser adaptada. Com assentos subtraídos e equipamentos especiais adicionados, o Guapo 16 ganhou ares de UTI no céu. Nele, é possível transportar pacientes do Litoral Norte para a Capital, desde que a família concorde e não haja prejuízo ao paciente, uma vez que a aeronave não é pressurizada.
— O espaço é pequeno. Por isso, o atendimento tem de ser resolutivo e feito com um número reduzido de materiais. No entanto, temos a chance de remover rapidamente e salvar vidas que poderiam ter fim com a demora — explica a médica Rossana de Carli.
VELOCIDADE COMO ALIADA
Além da remoção por meio do Guapo 16, os profissionais estão aptos para atuar com a tripulação em casos de afogamento, acidentes em rodovias ou em qualquer situação em que a velocidade seja a maior aliada. Para isso, o grupo ainda conta com outras duas aeronaves: um avião monomotor e um helicóptero.
A ideia é de que este projeto-piloto seja qualificado com formação e capacitação de novas equipes médicas, compra de equipamentos e, até mesmo, aquisição de uma aeronave-UTI. De acordo com Maicon Vargas, coordenador geral do Samu no Estado, o objetivo final é oferecer o atendimento aeromédico durante todo o ano e em todas as regiões gaúchas.
Desde o início da Operação Golfinho, em 15 de dezembro, o batalhão já foi acionado 11 vezes para agir em salvamentos no mar e águas internas e nas rodovias com os médicos e enfermeiros da SAMU. Com orgulho de quem vê os esforços valerem a pena, eles não contabilizam nenhuma morte. Todas as intervenções desta nova parceria foram de sucesso.
USO DE CADA AERONAVE
> Multimotor Embraer 810 Sêneca (Guapo 16)
Utilizado para a realização de eventuais missões de misericórdia, ou seja, transportar pacientes do Litoral Norte para a Capital, desde que a família concorde e não haja prejuízo ao paciente, uma vez que a aeronave não é pressurizada.
> Monomotor Cessna Centurion
Empregado em missões de patrulhamento na orla, sobre rodovias e, principalmente na rápida localização de vítimas à deriva no mar ou em lagoas.
> Helicóptero Schweizer
Usado em atividades de salvamento aquático. No entanto, por ser de apenas dois lugares, permite que apenas um tripulante operacional seja lançado à água de cada vez para fazer o salvamento. Os helicópteros multimissão do BAv (Esquilo), ideais para esta situação, estão em manutenção em Minas Gerais, sem uma exata previsão de retorno.
SERVIÇO
A ajuda da equipe aeromédica pode ser solicitada pelos telefones 3665-2813, 190 e 192.
Fonte:http://www.clicrbs.com.br
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NOTA DO EDITOR: Louvável a iniciativa da BM e da SAMU, porém é inevitável recordar que as aeronaves utilizadas para esse serviço não são adequadas e o serviço só é executado por iniciativa dos profissionais de saúde e dos servidores militares, os quais tem o maior boa vontade para qualificar o atendimento à população. Já por seu lado, o governo em nada colabora para isso, visto que os meios colocados à disposição são insuficientes, inadequados ou não existem. Para exemplificar: os aviões em uso pela BM  são oriundos de convênios, apreensões ou adquiridos há mais de trinta anos, o que denota o descaso oficial com a atualização e qualificação dos serviços a serem colocados à disposição da população. Mas quem sabe a iniciativa dos servidores motiva o governo a investir na melhora dos meios para a melhoria do atendimento. Enquanto isso não ocorre salvas aos valorosos brigadianos e servidores da saúde que se colocam em risco para melhor atender à população!!! 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Artigo publicado

Há dias atrás verifiquei uma publicação no FACEBOOK, onde um servidor militar se posicionava de forma, no meu entender equivocada, acerca da atuação da BM na ocorrência de assalto à joalheira em Cotiporã.
Pelo minha análise esse servidor deu mostras de desconhecimento das atribuições de Oficiais e Praças, além de também se mostrar um profissional despreparado e pelo visto profundamente insatisfeito com sua escolha pela profissão policial militar.
Diante disto e como não tenho conta naquela rede social resolvi escrever um texto acerca do que pude observar da atuação policial militar no citado evento, texto este que coloco no link para acesso a quem interessar pela matéria.
A lamentar que uma ocorrência com resultados amplamente favoráveis seja utilizada de forma oportunista por integrantes da nossa própria instituição para promover a discórdia interna e a promoção pessoal, desta forma relegando a um segundo plano a excelência da atuação policial, tanto dos planejadores quanto dos executores das ações e operações desenvolvidas na ocasião.
No link:Artigo CP