quinta-feira, 22 de maio de 2014

CCJ aprova aumento de salário para magistrados

PROPOSTA CRIA ADICIONAL por tempo de serviço para juízes e membros do Ministério Público sem que benefício seja incluído no teto constitucional


Em meio a pressão de magistrados e membros do Ministério Público, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite aos juízes e procuradores receberem acima do teto constitucional de R$ 29,4 mil.

A PEC cria adicional por tempo de serviço para a magistratura e integrantes do Ministério Público sem que o benefício seja incluído no teto – o que na prática abre caminho para que as categorias furem o valor máximo previsto pela Constituição ao funcionalismo.

Só na folha de pagamentos da União, o impacto estimado pelo relator da proposta, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), é de R$ 400 milhões por ano – sem incluir gastos que terão efeito nos Estados.

MEDIDA BENEFICIA QUEM JÁ ESTÁ APOSENTADO

Pela proposta, que precisa passar pelos plenários do Senado e da Câmara para entrar em vigor, os magistrados e membros do Ministério Público vão receber 5% de aumento a cada cinco anos, até o limite de 35%. O benefício se estende aos Estados.

Há cerca de 30 mil magistrados e procuradores na ativa, mas o benefício atinge também os aposentados e pensionistas. O tempo de serviço calculado inclui aquele cumprido pelas duas categorias antes da aprovação da PEC – mesmo os já aposentados.

Congressistas estimam que, com o adicional, salários de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) poderão chegar a R$ 40 mil, e a maioria dos juízes passará a ganhar acima do teto fixado constitucionalmente.

Os petistas, que votaram contra, alegam que o benefício causará forte impacto nas contas públicas.
Fonte: http://www.clicrbs.com.br/
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NOTA DO EDITOR: Eis o porquê de não esvanecer na luta por salário justo aos Oficiais da Carreira de Nível Superior, não importa a coloração do partido que está no governo, nós temos que fazer com que entendam que somos uma carreira de Estado, portanto não pertencemos a nenhuma tendência ideológica que ocupa o governo por tempo determinado. Temos que ter presente a importância fundamental da atividade de segurança pública por nós exercida e a responsabilidade dos governos em prover de forma justa e equânime a contrapartida salarial condizente. Como não somos donos de nosso orçamento temos que ter a inteligência de saber onde estão os pontos mais sensíveis para exercer oportunamente a pressão política, esta sim definidora para o alcance de nossos objetivos salariais. Vejam os juízes e promotores, abriram mão das vantagens temporais em nome do famoso subsídio, e agora fogem do teto em nome das antigas vantagens temporais. Continuo tendente a não ser parceiro com os que pretendem lutar por subsídio, pois essa forma de remuneração é, no meu entendimento muito linear, as diferenças entre os níveis são quase insignificantes, o que torna a carreira pouco atrativa e as promoções desinteressantes. Em suma para a carreira embasada em níveis hierárquicos como a nossa a promoção ao nível acima, além de aumentar a responsabilidade deve ter o ressarcimento financeiro significativo, o que com os requisitos de tempo de serviço possibilita uma progressão vegetativa independente da vontade dos governos.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Promoção de Oficiais

O DOE do dia 17 de abril de 2014 publicou a promoção dos Oficiais da Carreira do Nível Superior da BM.
Será que a promoção publicada antes da data (21 de abril) é mero acaso ou tem alguma relação com o ano eleitoral que está fervilhando???
A resposta fica a critério de cada um, mas o certo é que em situação de normalidade, entenda-se fora do período eleitoral, tais  atos de promoção são publicados com atraso em clara desconsideração às instituições da segurança pública e com descaso às leis que regulam a matéria , e aí não importa a tendencia política, todos os governos são contumazes nessa falha.
Contudo parabéns aos promovidos e que seja felizes em suas novas funções!!!

No link : Oficiais promovidos

terça-feira, 8 de abril de 2014

Reajustes aprovados pela Assembleia custarão quase R$ 1,5 bilhão até 2017

Servidores de nove categorias serão beneficiados


Os deputados gaúchos aprovaram, na tarde desta terça-feira (08), reajustes salariais e gratificações para nove categorias de servidores públicos estaduais, que vão custar pelo menos R$ 1,406 bilhões aos cofres públicos até 2017. Serão beneficiados servidores doTribunal de Contas, Ministério Público e Tribunal de Justiça com aumentos de 7,3% em duas parcelas ao longo de 2014. Já os servidores da Assembleia Legislativa terão aumento de 9,4% ainda este ano, também em duas vezes.
No Executivo, o salário de servidores da Polícia Civil e Brigada Militar terá incremento de 15,7% divido em seis parcelas até 2017. Além deles, servidores da Agergs também vão receber reajuste. O impacto financeiro das propostas só foi conhecido minutos antes da votação, quando a Casa Civil remeteu as informações e projeções elaboradas pela secretaria da Fazenda.
"Sempre ocorre desta forma, até porque as negociações com as categorias também foram fechadas em cima da hora. Mas todos os deputados tem as informações", justificou o líder do governo, deputado Valdeci Oliveira (PT).
Apesar das críticas da oposição, todos os reajustes foram aprovados por unanimidade.  Para o líder da bancada do PP, deputado Frederico Antunes, os órgãos de controle devem se posicionar sobre a concessão de reajustes salariais que serão pagos pelo próximo governador.
"Gostaríamos de saber se isso não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, já que há despesas criadas para os próximos governantes", ponderou.
As propostas serão sancionadas, ainda nesta terça, pelo governador Tarso Genro para uma publicação extra do Diário Oficial antes da meia-noite. A medida é necessária devido ao calendário eleitoral, que proíbe a concessão de aumentos ao funcionalismo no período de 180 dias antes da eleição, prazo que começa a contar a partir desta quarta-feira (09).
Veja o impacto financeiro dos aumentos:
Tribunal de Justiça - R$ 229 milhões (até 2016)
Tribunal de Contas - R$ 44 milhões (até 2016)
Ministério Público - R$ 49,4 milhões (até 2016)
Polícia Civil - R$ 241 milhões (até 2017)
Brigada Militar - R$ 837 milhões (até 2017) 
AGERGS - R$ 802 mil (até 2016)
Instituto-Geral de Perícia - R$ 3,4 milhões (até 2016)
Analistas de Planejamento - R$ 1,4 milhões (até 2016)
TOTAL: R$ 1,406 bilhões
Assembleia Legislativa e Susepe não informaram impacto dos reajustes.
Fonte:http://gaucha.clicrbs.com.br/
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NOTA DO EDITOR: Enfim no apagar das luzes, como é de costume foi aprovado o reajuste para os brigadianos. Tal índice recoloca as coisas no seu devido lugar, pois ao conceder o índice somente  para os Delegados de Polícia o governo do PT se colocou em uma posição extremamente desconfortável ante os demais servidores da área da segurança pública. Não sei se falta assessoramento ou é deliberado, mas essas diferenças de tratamento só vem em desabono às administrações e o desgaste do governo junto àqueles que são preteridos é inimaginável e só se justifica sendo o risco calculado. No meu modesto entendimento mais uma vez fomos traídos pelo governo, por conta de um tratamento diferenciado no qual os Delegados de Polícia tem seu subsídio reajustado pari passo com as carreiras jurídicas, e, os Oficiais da Carreira do Nível Superior da BM tem de sair correndo atrás pedindo pelo amor de todos os santos que lhes seja dado tratamento similar, o que a exemplo do que agora se configura nem sempre é alcançado. No caso em apreço nos foi dado o mesmo percentual só que em seis longas prestações, já para os coirmãos o percentual foi concedido de forma unica e desde o inicio do ano. Com a palavra o Comando e a AsOfBM!!!!