domingo, 23 de fevereiro de 2014

Comandante da PM aprova operação que deteve mais de 260 manifestantes na capital paulista

Polícia teria contado com 2,3 mil agentes para manifestação com 1,5 mil. Segundo secretaria, todos os detidos foram liberados


O coronel da Polícia Militar (PM), Celso Luiz Pinheiro, comandante do policiamento da região central da capital paulista, classificou como bem-sucedida a operação da polícia durante protesto contra a Copa, que ocorreu no sábado. 

— Houve menos danos na cidade, menos policiais feridos e menos confronto. Isso para nós, em face das últimas manifestações, já é uma grande realização. O uso de munição química foi quase nulo, não teve nenhum tiro de bala de borracha — disse.

O protesto reuniu 1,5 mil manifestantes. De acordo com o coronel, 2,3 mil homens participaram da operação policial, sendo 200 com treinamento em artes marciais. No total, 262 pessoas foram detidas. Todas foram liberadas, conforme informou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. 

O coronel disse que uma nova estratégia foi adotada na manifestação, com o objetivo de isolar os black blocs antes que começassem a praticar atos de vandalismo. A inteligência da PM notou que o movimento ia iniciar uma quebradeira e entrou em ação. 
— Foi o momento em que nós tivemos informações de que haveria quebra da ordem. A atuação começou depois que eles sairiam para fazer a quebradeira. Eles [black blocs] dão os braços e fazem um grito de guerra — disse.

O tumulto na manifestação começou na Rua Xavier de Toledo, região central. Houve depredação de agências bancárias e confronto entre manifestantes e policiais. Alguns participantes mascarados foram isolados por um cordão formado por homens da Força Tática. A Polícia Militar informou ter encontrado com alguns dos detidos máscaras, spray, estilingues, bolas de gude, correntes e porções de maconha.

O coronel lamentou agressões sofridas por jornalistas e pediu desculpas por eventuais condutas inadequadas ou excessos cometidos por policiais militar. 

— Em uma manifestação envolvendo o número de pessoas de ontem, fica muito difícil separarmos manifestantes de eventuais jornalistas que lá estejam — declarou. 

Ele informou que o uso de equipamentos de proteção por parte dos jornalistas como máscaras, capacetes e óculos tornou difícil a distinção dos profissionais da imprensa em relação aos black blocs. Jornais e portais de notícias noticiaram que repórteres e fotógrafos sofreram agressões e tiveram equipamentos destruídos pela polícia. O coletivo Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa reclamou da atuação policial. 

"Antes do início da marcha, fizeram um desfile militar provocando manifestantes, semelhante ao da época da ditadura, para tentar amedrontar os manifestantes. Não conseguiram. O ato seguiu forte, composto por diversos grupos, até a altura do metrô do Anhangabaú quando o efetivo desproporcional da PM se lançou sobre um grupo de manifestantes. Agressão, transgressão dos direitos e prisão em massa. Advogados presentes que acompanhavam a abordagem absurda foram agredidos por policiais e impedidos de realizar o seu trabalho", diz o comunicado.
Fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/
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NOTA DO EDITOR: Já estava na hora de algo novo no trato com esses anarquistas marginais que tem sido constantes em sua atuação contra a vida e o patrimônio da população ordeira.
O que não dá mais para ver é a inanição (omissão) de autoridades constituídas e delegadas para defender a lei e a ordem, as quais em nome de um pseudo respeito a democracia e ao direito de manifestação estão deixando nosso país entregue a um bando de malfeitores mascarados liderados por partidos nanicos em busca de espaço político nas eleições que se aproximam.
Esperaram morrer um jornalista para mudarem o discurso e o procedimento, e isso nos leva a indagar e se o morto fosse um policial a reação seria a mesma???
E a nossa BM que sempre foi exemplo para as demais PM, quando vai agir??? Vamos esperar morrer alguém aqui também???

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Michels afirma que presidente de associação de oficiais da BM é contra políticas modernas de segurança

Para secretário da Segurança do Estado, forças policiais não devem intervir no impasse entre trabalhadores e empresas

O secretário da Segurança do Rio Grande do Sul, Airton Michels, criticou a postura do presidente da Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), que se posiciona contrário à decisão do governo do Estado de não intervir na greve dos rodoviários de Porto Alegre.
— O coronel Riccardi (tenente-coronel José Carlos Riccardi Guimarães) tem uma posição absolutamente contrária, sempre, a qualquer tipo de política de segurança. Especialmente à política moderna e evolutiva de segurança pública. Tanto que o discurso dele é o de que a Brigada tem 176 anos, o que nós respeitamos. Mas isso é um dado, não é uma solução, um caminho. Tampouco, uma política — argumentou o secretário.
Em artigo publicado por Zero Hora, Riccardi sustenta que a administração estadual constrange a corporação, que estaria "de costas viradas ao pandemônio que se apresenta" na cidade. Michels também reafirmou a posição de que as forças policiais não devem interferir no processo de greve enquanto a mobilização de rodoviários por volta ao trabalho se mantiver pequena. Mas admitiu que a Secretaria da Segurança pode agir caso o contingente de profissionais interessados em retornar às ruas cresça.
— Se, eventualmente, vários trabalhadores quiserem trabalhar, e tivermos uma solução para a falta de mobilidade, aí a segurança pública dará possibilidades para garantir o transporte e o trabalho. Mas em uma situação em que a volta de trabalhadores tenha eficiência e eficácia, não tentativas que têm caráter simbólico e que podem servir para suscitar ações de força policial que, ao invés de resolver, vão aguçar o impasse — ressaltou Michels.


Greve 
Pelo décimo primeiro dia seguido os porto-alegrenses amanhecem com os ônibus parados nas garagens das empresas. Nesta quinta-feira, será realizada mais uma reunião de mediação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) às 15h, na qual serão discutidas alternativas para o fim da greve dos rodoviários.

Reivindicações
A greve foi definida em assembleia da categoria no dia 23 de janeiro . Os rodoviários querem 14% de aumento, manutenção do plano de saúde, sem desconto no salário, e jornada diária de 6h. A única proposta aceita foi do vale-alimentação a R$ 19, cujo reajuste pedido era de de R$ 16 para R$ 20. Os demais itens da proposta patronal, com reajuste salarial de 7,5% e coparticipação financeira dos empregados a R$ 10 no plano de saúde, foram rejeitados.
FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/
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NOTA DO EDITOR: Não tenho procuração para defender o TC Riccardi, porém entendo que o Secretário de Segurança do PT está equivocado, pois relegar a segundo plano os 176 anos de serviço prestado pela BM é no mínimo falta de educação. Mas não podemos esperar nada diferente dessa gente que tem se esmerado em desmoralizar todas as instituições que ainda funcionam neste país.  Em nome da uma pseudo democracia, que mais se assemelha a uma ditadura da maioria enganada pelas ações populistas desse governicho de esquerda que se alojou no poder há quase 16 anos, o qual não está conseguindo nada além de espalhar pelo país  uma política demagógica e atrasada, isso sem falar nos escândalos de corrupção nos mais altos escalões de governo, tudo à semelhança daqueles que sempre foram alvos de críticas e hoje são os melhores parceiros políticos!!! 
Ainda bem que temos um TC Riccardi para expressar tudo que sentimos acerca desse governo que tem imposto como norma para a BM a omissão, em nome de um projeto de governo equivocado e retrógrado, marcado por ideais  de uma juventude que não amadureceu, se envolveu em uma luta armada sem futuro e hoje no poder pratica uma série de barbaridades na administração do país.
Estão na contra mão da história, as potencias socialistas ruíram todas,  temos que buscar parcerias com nações que possam nos trazer recursos econômicos, tecnológicos e culturais que possibilitem a melhoria na nossa sofrível educação, segurança, saúde, emprego, etc... Chega de Cuba, Argentina, Venezuela, Uruguai... Precisamos é de relações comerciais fortes!!! Precisamos de instituições fortes e organizadas!!! Precisamos de leis fortes!!! Precisamos de escolas e presídios modernos!!! Precisamos de estradas, de ferrovias, de hidrovias!!!
Chega de demagogia, de enganação, de discursos politicamente corretos!!!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Padre herói

É de causar inveja para os mais experientes policiais de nossas corporações o ato perpetrado pelo pároco Mauri Francescatto,  da igreja  Nossa Senhora de Fátima em Santa Maria, o qual evitou um furto qualificado na sua paróquia e foi mais além baleou o ladrão e frustou totalmente a ação dos marginais, o fato foi narrado em pormenores nas edições dos  maiores periódicos do estado.
Quando um fato como esse ocorre somos levados a refletir profundamente acerca do que está acontecendo com a sociedade em geral, e em especial a nossa sociedade pampeana.
Há mais de dois séculos Jean Jacques Rousseau (1712-1778) definiu o  Estado como organizador da sociedade civil assim como se conhece hoje, sendo que  para o pensador, o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe, o homem nasce livre, mas por toda parte se encontra acorrentado pela sua própria vaidade, fruto da corrupção de sua alma. O indivíduo se torna escravo de suas necessidades e dos que o rodeiam, o que de  certa forma  refere-se a uma preocupação insane na busca por reconhecimento e status.
Pois bem, analisando mesmo que superficialmente e comparando com a contemporaneidade, logo notamos que o atual modelo de estado, como ente organizador e protetor da sociedade, como imaginou o filósofo está combalido de morte, senão já morto.
Graça pelo país, e não é de hoje, a corrupção e a impunidade, os maus exemplos vem dos mais altos escalões da república, nem me atrevo a citar os escândalos diariamente narrados nos meios de comunicação, os quais tem sempre a mesma retórica das autoridades:” Vamos investigar e punir os responsáveis”, porém logo cai no esquecimento, tanto da mídia, como da população. Esta em especial inebriada pelas mais variadas bolsas oriundas dos governos, pela massiva propaganda estatal e pelos meios de comunicação comprometidos com as verbas oficiais.
Luz no fim do tunel??? Só um velho trem de carga fantasma!!!
Nossa esperança?  Um Padre Herói que deve ser imediatamente nomeado  Delegado, Coronel, Secretário de Segurança, Governador, Presidente da Camara dos Deputados, Presidente do Senado ou quiçá Presidente do Brasil!!!

Quem sabe a coisa melhora???